Líder do PT revela esquema bizarro por trás da candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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O ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso, ungiu o filho mais velho para representar a extrema direita no pleito de 2026

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Em texto publicado nas redes sociais, o líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (PT-RJ), revelou os motivos que estão por trás da escolha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para ser o nome do PL e, consequentemente, da extrema direita na eleição presidencial de 2026.

Para Lindbergh Farias, a escolha de Flávio Bolsonaro era “previsível”: “A escolha do Flávio Bolsonaro é um movimento mais do que previsível da família. Sabem que é praticamente impossível derrotar o Lula, mas querem manter o protagonismo da oposição para o futuro. O nome do Tarcísio seria o beijo da morte para a família Bolsonaro. Os marqueteiros do Tarcísio e do Centrão iriam trabalhar para esconder e construir uma política de apagamento do Bolsonaro. Ele seria esquecido na prisão. Para nós, o nome do candidato é indiferente. O Lula vai ser reeleito presidente porque a vida do povo tá mudando.”

Em seguida, o líder do PT elenca uma série de realizações do governo Lula (PT) que estarão em debate na eleição do ano que vem: “O governo Lula 3 deverá registrar o 3º maior crescimento médio do PIB desde o Plano Real, só atrás do próprio Lula (3,3%). A inflação média é a menor desde o Real (4,4%), temos o menor desemprego da história (5,4%), e já foram criados 4,8 milhões de empregos formais. A renda média do trabalhador atingiu o maior nível da série (R$ 3.507), e a renda domiciliar per capita cresceu quase 70% desde 1995. Em 2024, o Brasil registrou a menor pobreza (26,8%), a menor pobreza extrema (4,8%) e a menor desigualdade da história, com o Gini caindo quase 18%. Não é acaso: os saltos sociais ocorreram de 2003 a 2014 e agora, novamente, de 2021 a 2024, sempre com políticas que colocam o povo como prioridade absoluta.”
Por fim, Lindbergh Farias afirma que o pleito de 2026 será o debate entre o “Brasil do osso” e o “Brasil das oportunidades”: “A disputa será exatamente essa: o Brasil do osso, da fome e da submissão dos Bolsonaros versus o Brasil grande, altivo e de oportunidades que Lula está reconstruindo. Nesse contraste, eles não têm como se sustentar de pé e o país sabe disso.”

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