Excesso de convicção

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Excesso de convicção, parcialidade, pouca prova e muita fonte anônima. Esses são os ingredientes do lavajatismo.

Nesse tipo de jornalismo, a imprensa não pergunta, afirma. Afirma com base em quê? Em convicções, que depois nunca se confirmam.

Ao lado, a obsessão política de um senador: um lavajatista que sempre alimentou ódio inexplicável por Alexandre de Moraes.

Paixão ideológica nunca foi sinônimo de justiça.

Jornalismo de fofoca + político apaixonado = golpe continuado.

Alessandro Vieira é um Moro que não fala “conje”, nem “Edite Piá”. Já virou o novo darling da Globo, desesperada por uma nova lava jato, para desestabilizar o país e derrubar o PT. A república do Powerpoint, a maior fake news da história do jornalismo tupiniquim, atacam novamente. Mas vão dançar bonitinho.

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O Ralho
O Portal O Ralho é composto por um grupo de artistas digitais que utiliza a política como fonte de inspiração. Dado o tamanho da bizarrice a política é humor próprio e porque é, em si, uma coisa engraçada. O humor, ao contrário, é uma coisa muito séria. Provo: a política é toda feita de dribles à imprensa, de desmentidos impossíveis, de promessas jamais cumpridas, de ilusão, enfim, enquanto o humor não engana ninguém: ou é engraçado ou não é, está ali no papel em exibição pública, nu e cru. Seríssimo. Por isso, os políticos em geral são bons humoristas enquanto os humoristas sempre foram péssimos políticos. Então o Ralho traz a visão contestadora, humorística e diária da realidade…

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