Excesso de convicção, parcialidade, pouca prova e muita fonte anônima. Esses são os ingredientes do lavajatismo.
Nesse tipo de jornalismo, a imprensa não pergunta, afirma. Afirma com base em quê? Em convicções, que depois nunca se confirmam.
Ao lado, a obsessão política de um senador: um lavajatista que sempre alimentou ódio inexplicável por Alexandre de Moraes.
Paixão ideológica nunca foi sinônimo de justiça.
Jornalismo de fofoca + político apaixonado = golpe continuado.
Alessandro Vieira é um Moro que não fala “conje”, nem “Edite Piá”. Já virou o novo darling da Globo, desesperada por uma nova lava jato, para desestabilizar o país e derrubar o PT. A república do Powerpoint, a maior fake news da história do jornalismo tupiniquim, atacam novamente. Mas vão dançar bonitinho.
















