Só a extrema direita pode produzir lixos como Milei
Milei se sentiu à vontade para protagonizar seu showzinho de cafajestice
Seria pedir demais cobrar um mínimo de compostura e civilidade de fascistas. De suas lideranças, então, nem se fala. Seja no Brasil, na Argentina, nos Estados Unidos, na Hungria, ou em qualquer outro país, os extremistas de direita têm se firmado como uma espécie de síntese do que pode haver de pior e mais execrável no ser humano.
Por isso, as ofensas de Milei ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e ao presidente Lula não surpreendem, afinal, o presidente argentino entregou o que dele se esperava. Aliás, foi exatamente sua capacidade de proferir discursos com conteúdos próprios de um demente que levou seus anfitriões a convidá-lo para a convenção do PL.
Tratado com toda a pompa por Tarcísio de Freitas, Flávio Bolsonaro e pela claque de cães hidrófobos presente ao encontro que lançou o herdeiro do golpista à presidência da República, Milei se sentiu ainda mais à vontade para protagonizar seu showzinho de cafajestice.
Que se dane se o Brasil e a Argentina são nações amigas com inúmeros interesses econômicos comuns e sólidos laços históricos e culturais.
No entanto, levar esses fatores em conta é coisa de quem honra o cargo que ocupa e sabe separar diferenças políticas e ideológicas de questões de Estado.
Decididamente, esses parâmetros e conceitos não estão ao alcance de uma aberração como o atual presidente da Argentina. Aliás, fora da bolha bolsonarista, a possibilidade de Milei trazer votos para campanha de Flávio Bolsonaro é igual a zero.

Mas ele se engana quando pensa que pode usar falas estúpidas como biombo para esconder sua rejeição de 65% dos argentinos, vítimas de um empobrecimento sem precedentes gerado por seu governo.
O desespero da fome na Argentina de Milei tem feito as pessoas comerem carne de burro.

















